Dourado


Nome Popular: Dourado
Nome Científico: Salminus maxillosus; Salminus. brasiliensis
Tamanho: 100cm
Temperatura: 20ºC
Aquario: 2000l
pH: 6,8
Distribuição:Bacia do Prata (S. maxillosus) e bacia do São Francisco (S. brasiliensis).
Descrição:Peixes de escamas. S. brasiliensis e S. maxillosus são bastante semelhantes, sendo que o primeiro, além de ser maior, apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados, enquanto o segundo é dourado com as nadadeiras alaranjadas. Cada escama apresenta um filete negro no meio, formando riscas longitudinais da cabeça à cauda, do dorso até abaixo da linha lateral. Podem alcançar mais de 1m de comprimento total e 25kg, mas exemplares desse porte são raros. S. maxillosus é o maior peixe de escama da bacia do Prata, conhecido como o rei do rio.

Tetra Congo


Nome popular: Tetra do Congo
Nome científico: Phenacogrammus interruptus
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: África
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.8
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 8.0cm
Tamanho do aquário: 100L

Leporinus Bandado


Nome Popular: Leporinus Bandado
Nome Cientifico: Leporinus affinis
Origem: Bacia Amazônica
Tamanho: 30cm
Aquario: 250L
pH: 7,o
Temperatura: 25ºC

Jaraqui


Nome popular: Jaraqui
Nome científico: Semaprochilodus taeniurus
Família: Prochilodontidae (Prochilodontídeos)
Origem: América do Sul (Bacia Amazônica)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.5
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 24.0cm
Tamanho do aquário: 300L

Abramites




















Nome Popular: Abramites
Nome: Abramites hypselonotus
Tamanho: 14cm
Aquario: 100L
pH: 6,8
Temperatura: 25ºC
Origem: América do Sul

Giboso


Nome Popular: Giboso
Nome Cientifico: Charax gibbosus
Tamanho: 13cm
Aquario: 120L
pH: 6,8
Temperatura: 26ºC
Origem: Suriname

Tetra Vela


Nome Popular: Tetra Vela
Nome Cientifico: Crenuchus spilurus
Tamanho: 6cm
pH: 6,5
Temperatura: 26º C
Origem: Bacia Amazônica
Tamanho Aquario: 60 L

Tetra Negro Magnifico


Nome popular: Tetra Negro Magnífico
Nome científico: Poecilocharax weitzmani
Família: Crenuchidae (Crenuchídeos)
Origem: América do Sul (Bacia Amazônica)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.3
Temperatura: 26ºC
Tamanho adulto: 4.0cm
Tamanho do aquário: 50L

Peixe Lapis Vermelho


Nome Popular: Peixe Lapis Vermelho
Nome Cientifico: Nannostomus mortenthaleri
Tamanho: 3cm
Origem: Peru
pH: 6,8
Aquario: 40L
Temperatura: 25ºC

Piranha Preta/Branca


Nome Popular: Piranha Preta/Branca
Nome cientifico: Serrasalmus rhombeus
Família: Characidae
Tamanho: 41.5 cm
pH: 5.8 - 7.0;
dH: 10
Temperatura: 23 – 27°C

Piranha Vermelha


Nome popular: Piranha Vermelha
Nome científico: Pygocentrus nattereri
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Bacia Amazônica (Brasil) e Paraguai
Sociabilidade: grupo
Comportamento: predador
pH: 6.5
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 33.0cm
Tamanho do aquário: 400L

Tambaqui


Nome popular: Tambaqui
Nome científico: Colossoma macropomum
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Brasil (Bacia Amazônica)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.5
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 108.0cm
Tamanho do aquário: 5000L

Pacu Negro


Nome Popular: Pacú Negro
Nome Cientifico: Piaractus brachypomus
Tamanho: 90cm
Temperatura: 26ºC
pH: 6,8
Aquario: 1000 L Comp

Pacu Prateado


Nome Popular: Pacú Prateado
Nome cientifico: Metynnis hypsauchen
Origem: Bacia do Amazonas
Tamanho: 15 cm
pH: 6.6
Temperatura: 26ºC
Aquario: 200l

Tetra Cego da Caverna


Nome popular: Tetra Cego da Caverna
Nome científico: Astyanax jordani
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: México
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.9
Temperatura: 23ºC
Tamanho adulto: 8.0cm
Tamanho do aquário: 70L

Tetra Mexicano


Nome Popular: Tetra Mexicano
Nome Científico: Astyanax mexicanus
Habitat: Mexico
pH: 6 e 7,8º
Temperatura: 19ºC aos 26ºC
Dureza: Média 30 dGH
Tamanho Máximo: 12 cm
Sociabilidade: Ativo e Pacifico
Agressividade: pouco exigente, pode manter-se num aquário comunitário, até por aquariofilistas iniciantes, embora um aquário exclusivo para a espécie seja o mais indicado.
Manutenção:
Zona do Aquário:
Aquário Mínimo:
Alimentação: Aceitam todo o tipo de alimentos, desde flocos a alimento vivo, passando por congelados e liofilizados.
Características: O peixe-cego, também conhecido como tetra-cego (Astyanax fasciatus mexicanus) é um peixe de água doce para aquário em crescendo de popularidade. É um membro da família Characidae (que pode atingir os 12 cm de comprimento, embora valores à volta dos 9 cm sejam mais comuns) e tal como todos os outros membros da família, é um depositor de ovos. Prefere águas duras e aquários especializados.
As suas características mais marcantes são a ausência de olhos e de pigmentação.
Reprodução: Reproduz-se facilmente em aquários mais frios: a descida da temperatura estimula a ovulação (até aos 19, 21ºC): a fêmea deposita até 100 ovos no fundo do aquário. Os ovos não devem ser manipulados, pois são particularmente delicados. Em um ou dois dias os ovos eclodirão, e os alevins nadarão em três ou quatro dias. Artémia recém-eclodida, flocos finamente triturados, ou comidas comerciais para alevins podem servir de base para a alimentação das crias.


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Tetra Diamante


Nome popular: Tetra Diamante
Nome científico: Moenkhausia pittieri
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Venezuela
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.5
Temperatura: 26ºC
Tamanho adulto: 6.0cm
Tamanho do aquário: 60

Pristella


Nome popular: Tetra Pristela
Nome científico: Pristella maxillaris
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Bacia Amazônica (Peru, Brasil e Guianas)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.8
Temperatura: 26ºC
Tamanho adulto: 5.0cm
Tamanho do aquário: 40L

Tetra Silver -Tipped


Nome popular: Tetra Cobre(silver tip)
Nome científico: Hasemania nana
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Brasil (Minas Gerais)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.8
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 3.0cm
Tamanho do aquário: 50L

Tetra Bueno Aires


Nome comum: Tetra Buenos Aires
Nome científico: Hemigrammus caudovittatus
Família: Caracídeos
Distribuição Geográfica: Argentina, Brasil e Paraguai
Comprimento em adulto: 10 cm.
Tamanho do aquário: 30 litros.
Temperatura da água: 20 - 28º C
PH: 6.9
GH: 8.0
Características: Peixe resistente, recomendado para os iniciantes no hobby.
Alimentação: Alimentos secos ou liofilizadas, preferencialmente de origem vegetal. Também gostam de larvas vermelhas (congeladas ou liofilizadas).

Tetra Cristal Vermelho



Nomes populares: Tetra Cristal Vermelho, Red cristal tetra
Classificação científica
Família: Characidae
Distribuição: América do Sul: Bacia do Rio Araguaia (Brasil)
Ambiente: bentopelágico; água doce
pH range: 6.6 - 7.4
dH range: 6 - 15
Clima: tropical; 24º - 28ºC
Comportamento: Extremamente Pacífico
Sociabilidade: Grupo (excelente com outras espécies)
Tamanho máximo: 3.0cm
Alimentação: Onívoro. Vermes, pequenos crustáceos e insetos. Aceitam alimentos comerciais, principalmente flocos.
Nível de dificuldade: Médio
Características: Espécie extremamente pacífica e ideal para aquários plantados. Suas coloração pode variar de acordo com a época e região, podendo variar entre laranja, vermelho e prata. Deve-se mantê-los com espécies igualmente pacíficas e de pequeno porte.
Reprodução: Ovíparo
Dimorfismo Sexual: Indeterminado externamente
Aquário Mínimo: 40x30x30 (36L)
Conselhos: Deve-se mantê-los em aquário com abundante presença de macrófitas e em grupo numeroso.

Tetra Fantasma Vermelho



















Família: Caracídeos
Nome comum: Tetra Fantasma Vermelho
Nome científico: Megalamphodus Sweglesi
Distribuição Geográfica: América do sul
Comprimento em adulto: 4 cm
Tamanho do aquário: 35 litros
Temperatura da água: 22 - 26ºC
PH: 6,8 - 7,5
Características: Tal como o Tetra Fantasma Negro, o Tetra Fantasma Vermelho é recente no mercado. A Tetra Fantasma Vermelho fêmea tem uma pequena mancha branca intensa na barbatana dorsal da fêmea.
Alimentação: Tal como o Tetra Fantasma Negro, aceita todo o tipo de alimento desde que seja pequeno.
Reprodução: A reprodução do Tetra Fantasma Vermelho não é das mais fáceis, mas quando se consegue, os alevins são fáceis de criar.

Tetra Fantasma Negro



















Nome Popular: Tetra Fantasma Negro, Tetra Black Phantom
Nome Científico: Hyphessobrycon megalopterus
Família: Characidae
Origem: América do Sul / Alto da Bacia do Paraguai e Rio Guaporé
Sociabilidade: Cardume
pH: 6.0 a 7.0
Temperatura: 24 - 28ºC
Dureza da água: mole
Tamanho adulto: 4cm
Alimentação: Onívora, aceita de tudo, mas se quiser incentivar a reprodução e manter seus tetras saudáveis e com belas cores é recomendado oferecer alimentos vivos ao menos uma vez na semana. Na natureza se alimentam mais de vermes, larvas de mosquito, pequenos insetos e crustáceos.
Dimorfismo sexual: O macho é muito mais escuro que a fêmea, apresenta a nadadeira dorsal maior, todas as nadadeiras são negras e o ventre é retilíneo. A fêmea possui coloração mais clara, nadadeiras anal, ventral, peitoral e adiposa vermelhas e ventre roliço.
Comportamento: São peixes territoriais apenas com outros da mesma espécie ou formato e coloração parecidos. Em aquários comunitários dificilmente chegam a atacar / estressar outros peixes. O mais comum é ver os machos disputando entre si a hierarquia do grupo.
Reprodução: Ovíparo, são considerados disseminadores livres, pois a fêmea libera os ovos na água e o macho nada em volta fertilizando-os. Os ovos eclodem em 48 - 72 horas quando mantidos em temperatura mais alta, após dois ou três dias da eclosão os alevinos já consumiram o conteúdo do saco vitelino e começam a nadar. Não ocorre o cuidado parental entre os peixes desta espécie, a paritr do momento em que os filhotes apresentam nado livre pode-se dar rações específicas para alevinos de ovíparos e alimentos vivos como náuplios de artêmia, conforme os filhotes forem crescendo alimentos vivos maiores podem ser oferecidos.
Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução.
Tamanho mínimo do aquário: 50 litros.
Outras informações: Por serem de cardume, os Black Phantom não devem ser mantidos em grupos com menos que 5 indivíduos, quanto maior o cardume, mais natural o seu comportamento. As disputas por território ou fêmeas são magníficas de se ver, os machos (geralmente os maiores) ficam todos "armados" como os machos de Betta fazem, exibem suas cores e nadadeiras no máximo esplendor possível. As fêmeas também apresentam cores bem fortes em época de reprodução e não são nem um pouco "tímidas", escolhem um macho e ficam se exibindo para ele por horas a fio. Possuo um cardume de 10 machos e 2 fêmeas em um aquário só para eles, o comportamento é incrível, formam cardumes coesos e nadam o tempo todo pelo aquário inspecionando cada centímetro do território. Definitivamente são ótimos peixes para plantados.

Colisa Lalia


Nomes populares: Colisa Lalia, Dwarf gourami
Nome Cientifico: Colisa Lalia
Família: Osphronemidae
Habitat: Ásia: Paquistão, Nordeste da Índia e Bangladesh. Espécie amplamente distribuída fora de sua região nativa.
Ph: 6.0 - 7.4
Temperatura: 24º a 28°C
Dureza: 5 dGH a 19 dGH
Tamanho máximo: 8cm
Sociabilidade: Casal (excelente com outras espécies)
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: —-
Tamanho do Aquário:
Alimentação: Onívoro. Alimentos vivos e rações em flocos
Características: Espécie extremamente pacífica, territorial apenas entre eles, e ideal para aquário plantado ou comunitário. Em seu habitat natural vive em água lêntica com densa vegetação.
Reprodução: Ovíparo; disseminador de ninho de bolhas. Ovos eclodem em até 72h e são protegidos pelo macho. Dimorfismo Sexual Fêmea menor que o macho; macho é mais colorido/vistoso e possui nadadeira anal pontiaguda.

Tetra Glowlight



Nomes populares: Tetra Glowlight, Glowlight tetra
Ordem: Characiformes
Família: Characidae
Distribuição: América do Sul: Rio Essequibo (Guiana)
Biótopo: Áreas com densa vegetação as margens
Ambiente: bentopelágico; água doce
pH : 6.0 - 7.0
dH : 5 - 12
Clima: tropical; 24º - 28ºC
Temperamento: Extremamente Pacífico
Comportamento: Pacífico
Sociabilidade: Grupo (excelente com outras espécies)
Tamanho máximo: 4cm
Alimentação: Onívoro. Alimenta de larvas, pequenos crustáceos e plantas. Aceitam alimentos comerciais, principalmente flocos.
Nível de dificuldade: Fácil
Morfologia: Corpo fusiforme, levemente arredondado com presença de nadadeira adiposa. Sua coloração é prateada brilhante, apresenta uma faixa horizontal característica desde a base da cauda até o maxilar superior de coloração laranja.
Características: Tetra extremamente pacífico e ideal para aquário plantado ou comunitário. Quando em numeroso grupo, suas cores são fantásticas.
Reprodução: Ovíparo, disseminador livre, alevinos eclodem em até 48h, pais não cuidam da progênie.
Dimorfismo Sexual: Fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.
Aquário Mínimo: 60x30x40 (72L)
Conselhos: Deve-se mantê-los em numeroso grupo de indivíduos, aquário deverá ser densamente plantado com áreas livre para sua natação.

Ctenopoma Leopardo


Nome popular: Ctenopoma Leopardo
Nome científico: Ctenopoma acutirostre
Família: Anabantidae (Anabantídeos)
Origem: África (Bacia do Congo)
Sociabilidade: sozinho
Comportamento: predador
pH: 7.0
Temperatura: 27ºC
Tamanho adulto: 15.0cm
Tamanho do aquário: 200L

Gourami Gigante


Nomes populares: Gourami Gigante, Giant gourami, Striped gourami
Classificação científica
Ordem: Perciformes
Família: Osphronemidae
Distribuição: Ásia: Sumatra, Bornéu, Java, Península Malais, Tailândia e Indochina (Bacia Mekong). Introduzido em diversos países para aquicultura.
Biótopo: Brejos, lagos e rios, entre vegetação; floresta alagada; águas estagnadas
Ambiente: bentopelágico; água doce; estuarina
pH range: 6.4 - 7.6
dH range: 6 - 8
Clima: tropical; 20º – 30°C
Temperamento: Pacífico
Comportamento: Territorial
Sociabilidade: Sozinho ou Casal (ótimo com outras espécies)
Tamanho máximo: 70cm
Alimentação: Onívoro, necrófago. Plantas aquáticas, peixes, rãs, minhocas e secundariamente animais mortos. Aceitam alimentos comerciais, sendo necessário ministrar primariamente alimentos vegetais.
Nível de dificuldade: Fácil
Morfologia: Quando jovens, são similares a outros Gouramis, se destacandi a partir do lábio inferior mais espesso que o normal, nadadeiras dorsal e anal alongadas e com uma leve corcunda na testa, crescente em toda sua vida. Sua coloração pode variar do roxo ao azul-acinzentado.
Características: Espécie bastante voraz, alimenta-se de qualquer coisa que caiba em sua boca, desde pequenos peixes à plantas. São em geral pacíficos, sendo bastante territorialistas apenas entre sua própria espécie ou outros Gouramis, devendo ser mantidos com peixes de porte similar e pacíficos. São comumente encontrados em grandes rios e corpos de água estagnada. Pode retirar oxigênio diretamente da superfície, podendo sobreviver por longos períodos fora d´água. São utilizados e consumiados frescos, fritos e cozidos na culinária asiática.
Reprodução: Ovíparo. Construtor de ninho de bolhas; postura de 1.000 - 20.000 ovos; eclosão em ~48h; macho cuidará da prole nas semanas iniciais.
Dimorfismo Sexual: Machos apresentam nadadeira dorsal e anal pontiagudas e são ligeiramente menores que as fêmeas.
Aquário Mínimo: 150x60x60 (540L)
Conselhos: Substrato deverá ser preferencialmente fino, usar plantas flutuantes parea criar zonas sombreadas pelo aquário.

Gourami Anis


Nome popular: Gourami Anis
Nome científico: Parosphromenus deissneri
Família: Osphronemidae (Osforonemídeos)
Origem: sudeste asiático
Sociabilidade: casal
Comportamento: pacífico
pH: 6.5
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 4.0cm
Tamanho do aquário: 40L

Tricogaster Azul



















Nome popular: Tricogáster
Nome científico: Trichogaster trichopterus
Família: Osphronemidae (Osforonemídeos)
Origem: Malásia, Tailândia e Bornéu
Sociabilidade: grupo
Comportamento: agressivo
pH: 6.8
Temperatura: 27ºC
Tamanho adulto: 15.0cm
Tamanho do aquário: 100L

Tricogaster Chocolate



















Família: BELONTIIDAE
Nome: Sphaerichthys Osphromenoides
Nome Popular: Chocolate Gourami.
Distribuição: Sumatra e Malasia.
Alimentação: crustáceos, insetos.
Tamanho Máximo: 6 cm.
Melhor tanque: +45 cm
Temperatura Ideal: 26 a 30 °C

Tricogaster Cobra


Nome Comum: Tricosgaster Cobra
Nome: Trichogaster pectoralis
Origem: Bacia do Mekong (Ásia)
Comp; 25 cm
pH; 6.5/7.0
Temp; 23°C/28°C

Tricogaster Prata



















Nome popular: Tricogáster
Nome científico: Trichogaster microlepis
Família: Osphronemidae (Osforonemídeos)
Origem: Malásia, Tailândia e Bornéu
Sociabilidade: grupo
Comportamento: agressivo
pH: 6.8
Temperatura: 27ºC
Tamanho adulto: 15.0cm
Tamanho do aquário: 100L

Tricogaster Amarelo


Nome popular: Tricogáster
Nome científico: Trichogaster trichopterus
Família: Osphronemidae (Osforonemídeos)
Origem: Malásia, Tailândia e Bornéu
Sociabilidade: grupo
Comportamento: agressivo
pH: 6.8
Temperatura: 27ºC
Tamanho adulto: 15.0cm
Tamanho do aquário: 100L

Colisa Labiosa


Nome científico: Colisa ssp.
Origem: Sudeste Asiático
pH: 6,6 a 7,0
Temperatura: 26ºC
Dureza: 8 dH
Tamanho adulto: 4,5 a 12 cm (dependendo da espécie)
Tamanho do aquário: 60 L
Alimentação: onívoro
Reprodução: ovíparo

Colisa Cobalto


* Origem: Ásia (Índia).
* Comprimento máximo: 6 cm.
* Reprodução: ovíparo, faz ninho de bolhas.
* pH: indiferente (6,8 a 7,2).
* Temperatura: 22 a 28 ºC.
* Aquário: médio.
* Comportamento: pacífico e tímido.

Tricogaster Leri



















Nome Popular: Tricogaster Leri
Nome Científico: Trichogaster leerii
Família: Osphronemidae
Clima: tropical;
Habitat: Ásia: Península Malaya, Tailândia e Indonésia (Sumatra e Bornéu). Espécie introduzida na Colômbia, Filipinas, Florida e Hawaii.
pH: 6.6 - 7.4
Temperatura: 24º – 28°C
Dureza: 5 - 19 dH
Sociabilidade: Casal (excelente com outras espécies)
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 96L
Alimentação: Carnívoro. Aceita todo tipo de alimento, incluindo rações. Conveniente fornecer alimentos vivos periodicamente.
Características: Uma das espécies de aquário mais populares, trata-se de um peixe bastante pacífico - o mais pacífico entre os Tricos - e muitas vezes tímido. Costuma ser territorial apenas com outros peixes da mesma família, fato amenizado em aquários grandes (> 200L). É considerado ainda mais frágil entre os Gouramis de seu gênero. Seu sistema de respiração é similar a demais labirintídeos como Bettas e Colisas, respirando ar atmosférico, devido o órgão chamado de labirinto onde pode retirar ar diretamente da superfície. Em seu habitat natural normalmente são encontrados em pântanos e igarapés com densa vegetação aquática.
Reprodução: Ovíparo; disseminador de ninho de bolhas. Ovos eclodem em até 48h e são protegidos pelo macho.
Dimorfismo Sexual: Machos apresentam barbatanas longas e pontudas, enquanto fêmeas possui barbatanas curtas e arredondadas. Macho possui barriga alaranjada e fêmeas esbranquiçada.

Peixe Mosquito


Nome Popular: Peixe Mosquito Americano
Nome Científico: Heterandria formosa
Família: Poeciliidae
Habitat: Sudeste dos EUA
pH: 7,2 a 7,6
Temperatura: 25ºC
Dureza:
Tamanho Máximo: 3 cm
Sociabilidade:
Agressividade:
Manutenção:
Zona do Aquário:
Aquário Mínimo: 50 l
Alimentação:
Características
Reprodução:

voce tem Mais informações sobre essa especie? colabore.

Poecilia



















Nome Popular: Poecilia wingei
Nome Científico: Poecilia wingei
Família:
Habitat: Laguna de Los Patos, Venezuela
pH: 7,5
Temperatura: 27°C
Dureza:
Tamanho Máximo: 4 cm
Sociabilidade:
Agressividade:
Manutenção:
Zona do Aquário:
Aquário Mínimo: 30 L
Alimentação:
Características
Reprodução:


Coabore com o blog Mande informações sobre esse peixe.

Zebra Obliquidens



















Nome Popular: Zebra obliquidens
Nome Científico: Haplochromis latifasciatus
Família: Ciclídeos
Habitat: África: Lago Kyoga
pH: 7.6 a 8.5
Temperatura: 24º a 26ºC
Dureza: 12 a 16 gH
Tamanho Máximo: 12cm
Sociabilidade: Casal
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Média
Zona do Aquário: Meio/Fundo
Aquário Mínimo: 120L
Alimentação: Onívoro
Características Descrito como originário do Lago Vitória , na verdade é encontrado no Lago Kyoga e no Lago Nawampasa (onde já se fala que está extinto).Peixe com várias denominações , anteriormente chamada Astatotilapia latifasciatus. Em risco de extinção , devido à poluição de seu meio ambiente e introdução de espécies alienígenas. Apresenta corpo lateralmente comprimido , cabeça larga , escura e nadadeiras dorsal e caudal bem desenvolvidas.O macho apresenta a barriga com nuances de cores que vão do amarelo ao vermelho claro.Territorialista e agressivo , principalmente com os de sua espécie.
Reprodução: O macho é maior e mais colorido.São polígamos e incubadores bucais.Realizam a reprodução em T , com postura de 30 a 100 ovos e incubação de 22 a 30 dias.A fêmea cuidará da prole durante 1 ou 2 meses.

Zebra



















Nome Popular: Zebra
Nome Científico: Maylandia estherae
Família: Ciclídeos
Habitat: África ( Lago Malawi )
pH: 7.8 a 8.6
Temperatura: 22º a 30ºC
Dureza: 10º a 20º gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Casal
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Flocos, Sticks, spirulina, larvas de mosquito,artêmias
Características Classificação científica confusa : Pseudotropheus zebra , Maylandia estherae ou Metriaclima estherae. Existem diversas variedades desde a azul até a amarelo/laranja e borrado (OB) . As variedades "O" (orange) e "OB" (orange blotched) seguramente são os mbunas mais difundidos no mundo.Os machos podem ser extremamente territoriais e bastante agressivos. As fêmeas são mais ativas e agressivas que outras espécies similares, inclusive é comum vê-las brigar entre si.
Reprodução: Segue padrão dos mbunas.Formam haréns e são incubadores bucais (20 a 25 dias).Cada postura chega a ter 60 ovos. A reprodução se inicia no território do macho, com a fêmea depositando os ovos, geralmente numa pedra limpa pelo macho e na medida que os introduz a na boca o macho os fertiliza. Na natureza, os machos com morfologia "O" ou "OB", são reprodutores inferiores pois fêmeas preferem os machos de cores normais, mesmo que elas sejam de morfologia "O" ou "OB".

Venustus



















Nome Popular: Venustus
Nome Científico: Nimbochromis venustus
Família: Ciclídeos
Habitat: África ( Lago Malawi )
pH: 7.9 a 8.4
Temperatura: 24º a 26ºC
Dureza: 12º a 16º gH
Tamanho Máximo: 25cm
Sociabilidade: Casal
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Difícil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Flocos, Sticks, spirulina, larvas de mosquito,artêmias.
Características Habita regiões arenosas, em águas abertas e nas proximidades de zonas rochosas, onde encontram presas menores.Agressivo e territorialista.Deve ser mantido um macho para várias fêmeas.Os machos maduros sexualmente se caracterizam por uma coloração amarela bastante intensa na região superior da cabeça, assim como na nadadeira dorsal e parte da anal. Os machos dominantes chegam a apresentar um coloração azul brilhante na mandíbula.Nas laterais , apresentam manchas grandes e escuras , que podem variar do marrom ao negro.As fêmeas não apresentam coloração tão intensa.Considerado um predador de emboscada , camufla-se na areia esperando pela presa.A coloração amarela na cabeça e nadadeira dorsal serve como atrativo para suas presas.
Reprodução: São incubadores bucais (3 semanas).A fêmea cuida dos alevinos por mais 10 dias.Reprodução difícil em aquários.

Tuvira



















Nome Popular: Tuvira / Sarapó
Nome Científico: Gymnotus carapo
Família: Gymnotidae
Habitat: América do Sul: da Amazônia ao Norte da Argentina
pH: 6.0 a 6.8
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: até 8º dH
Tamanho Máximo: 55cm
Sociabilidade: Sozinho
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 300L
Alimentação: Carnívoro. Predador de pequenos peixes e invertebrados, tem especial predileção por insetos, que vai caçar mesmo na superfície. Pode aceitar ração.
Características O Sarapó é um peixe pouco ativo durante o dia, mas pode ser condicionado a procurar por comida durante o dia, mesmo assim, é um peixe noturno e sua performance nesse período é muito mais interessante.
Como todo Gimnomotideo, é quase cego, seus olhos percebem apenas luminosidade. Produz um campo elétrico ao seu redor que serve para orientá-lo com incrível precisão em seu ambiente natural. Sabendo disso, alguns aquaristas providenciam tocas transparentes para seus peixes elétricos. Eles sentem a toca e ainda assim ficam visíveis.
Possuem um sistema alternativo de respiração de ar atmosférico, eles engolem uma bolha de ar e o oxigênio é absorvido pelas paredes de seu sistema digestivo, por isso suportam condições bastante precárias, o que lhes dá o título de uma das melhores iscas vivas para pesca esportiva, pois dificilmente morrem durante o transporte
É um peixe interessante, excelente companhia para peixes de porte razoável.
Reprodução: Difícil de acontecer em aquário, geralmente feita em grandes tanques com muitos exemplares. A desova acontece nos meses mais quentes entre folhas, musgos ou raízes de plantas flutuantes. Os pais costumam comer seus filhotes, por isso devem ser separados ou proporcionar esconderijos às larvas. Os filhotes se alimentam de infusórios. Quando crescem, o canibalismo torna-se um problema. Dimorfismo sexual: Só perceptível na época de reprodução, o macho é mais esguio, a fêmea possui corpo mais alto e ventre volumoso. Os sertanejos falam que as fêmeas são mais escuras que os machos, mas não há confirmação deste fato.

Tucunaré Amarelo


Nome Popular: Tucunaré Amarelo
Nome Científico: Cichla monoculus
Família: Ciclídeos
Habitat: América do Sul ( Amazônia), introduzido em todo país
pH: 6.0 a 7.0
Temperatura: 25º a 30ºC
Dureza: até 6º dH
Tamanho Máximo: 50cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Agressivo (predador)
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 500L
Alimentação: Carnívoro
Características O “tucunaré amarelo” é nativo da bacia amazônica, e foi introduzido em muitos outros rios, represas hidroelétricas, e hoje existe em grande parte do Brasil, concentrando-se em locais onde pode se esconder da presa, tais como galhadas, troncos, vegetação, drop-offs, pedreiras etc.

O tucunaré amarelo tem resistência e adaptabilidade muito maior que a do tucunaré azul em águas mais frias e maior índice de sobrevivência na procriação, além de se adaptar muito bem em áreas menos oxigenadas e águas turvas, justamente o oposto de seu parente azulado. Não costuma realizar grandes migrações e se concentra em cardumes numerosos preferindo sempre a proximidade das margens, vegetações ou troncos, mesmo que eventualmente em locais mais fundos, muitas vezes até sendo residente.

O tucunaré é muito apreciado na pesca esportiva, todos anos milhares de estrangeiro vem à Amazônia para pescá-los, é considerado o rei da pesca esportiva, pois é o único peixe da Amazônia que persegue suas presas sem cessar.

O consumo médio diário de alimento do tucunaré amarelo é de 2,23% de seu peso corporal, é um valor baixo em relação a outros peixes tropicais, indicando que a espécie come relativamente pouco.

Existem mudanças na alimentação ao longo da vida em conseqüência de modificações ontogenéticas do peixe, tem o hábito dominante de comer peixes, contudo quando bem jovens por volta dos 8cm, comem praticamente só insetos, invertebrados aquáticos e vermes, passando a comer quase que predominantemente peixes no ciclo adulto. Podem comer peixes com até 45% de seu tamanho.

Na natureza geralmente começam a desovar na seca (setembro) e continuam até o final do período chuvoso (janeiro), o C. monoculus é um dos mais prolíficos dentre os Cichla, senão o mais. Com cerca de 1 a 1 ano e meio atingem a maturidade sexual, os pais cuidam da prole rigorosamente, o macho na época da reprodução desenvolve um “calombo” em sua cabeça, que na verdade é uma reserva de gordura, já que este praticamente não come quando esta protegendo a prole, eles fazem seus ninhos geralmente com pedras, a mãe fica mais com os filhotes, e o macho fica nadando em um raio perto, espantando os intrusos.

Os tucunarés vivem em grupos (quando os peixes são pequenos, os cardumes são muito grandes. Ao atingirem um tamanho médio, o número passa a ser da ordem de 25 exemplares. Já adultos, em fase de acasalamento ou não, andam sozinhos ou em pares.), muitas vezes se juntam, fecham um pequeno cardume de presas, e os encurralam na beirada do rio e assim se fartam destes.

Antes da nova classificação que classificou 14 espécies de tucunarés, o Cichla kelberi era classificado como variação do Cichla monoculus.

O tucunaré é uma febre nos países afora, sendo as vezes criados até em aquários mono-espécie, mais no Brasil ainda não conseguiu seu MERECIDO espaço! É uma ótima escolha pra se criar em aquário, contudo respeitando suas necessidades. Pode ser criado em um tanque de pelo menos 500L, com grandes ciclídeos como Oscar, Green Terror, Managuense etc.

Apesar de não defecarem muito, necessitam de uma ótima filtragem, já que são sensíveis a amônia (não tanto como o tucunaré azul, Cichla piquiti), e necessitam de bastante oxigenação, uma bomba forte para recalque é aconselhada, pois eles gostam de pequenas correntezas, alem de ajudar a subir os resíduos do substrato.

Atingem em média 50cm, por isso nunca ponha um peixe junto que não cresça bem, porque cedo ou tarde irá virar refeição do mesmo.
São peixes muito inteligentes e dóceis com o dono, tem vários comportamentos bastante interessantes como por exemplo ficarem doidos tentando pegar qualquer inseto que esteja no vidro ou voando próximo.

Podem ser criados sozinhos, mais se o aquário permitir, o ideal seria de uns 3 exemplares, aonde alguns comportamentos se acentuam mais ainda.

O aquário deve ser bem tampado, porque em determinados ocasiões podem se assustar e passar por uma fresta da tampa, as vezes até arrancando-a.

O aquário deve ter troncos para que ele os use de abrigo a noite e se sinta em casa, o aquário deve ter também muito espaço para seu nado, já que são nadadores velozes, e dão botes em suas presas em potencial.
Acostumando seu tucunaré amarelo a ração.

Prefira exemplares com média de 8cm, pois é bem mais fácil, o método que eu usei foi o seguinte:

Coloquei 14 indivíduos em um aquário de 100L, filtragem feita por um filtro externo 650L/H coloquei uma bomba de circulação de aproximadamente 2000L/H para o alimento ficar em movimento, comecei jogando filé de peixe, logo começaram a comer morto, passado um tempo, quando já estavam com confiança e vinham a frente do aquário pedir comida, passei a dar Gammarus, eles abocanhavam mais sempre cuspiam, deixei-os 3 dias sem comer, e no outro joguei novamente Gammarus, e estes aceitaram, depois passei a dar ração, uns comiam, outros cuspiam, deixei-os mais 3 dias sem comer, e ai consegui que a maioria estivesse já treinada a ração.
Reprodução: Onívoro. Coloque um casal (já formado) em um aqua de 500L use, troncos, substrato de rio e seixos rolados e alguma vegetação, temperatura em 29º, faça trocas de água de 40% colocando a água com o pH um pouco abaixo do pH do aquário, se os mesmo já estiverem acondicionados a ração, continue dando-a. Ofereça também alguns peixes vivos para estimulá-los.

O casal em algum tempo devera iniciar a reprodução, ao nascerem as larvas, ofereça naupilos de artêmia recém eclodidos, micro-vermes, e ração (a mais protéica possível) em pó.

Desligue toda filtragem para que as pequenas larvas não sejam sugadas, coloque um(s) compressor(es) equivalente(s) com o tamanho do aquário, após 15 dias no máximo as larvas estarão totalmente formadas, retire os pais.

Trewavasae


Nome Popular: Trewavasae
Nome Científico: Labeotropheus trewavasae
Família: Ciclídeos
Habitat: África ( Lago Malawi )
pH: 7.5 a 8.5
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: 10º a 20º gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Casal
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Média
Zona do Aquário: --
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Flocos, Sticks, spirulina, larvas de mosquito,artêmias
Características Encontrado no Lago Malawi , desde águas superficiais até profundidades que chegam aos 40 m. Prefere rochas, livre de sedimentos, mas também é encontrado em zonas com abundante sedimento. Localizam-se diferentes variedades por todo lago como as de Thumbi West, Lion's Cove, Metangula e Lupingu entre outras. Existem diferentes tipos de coloração : a clássica é a do macho com coloração azul que vai do pálido ao azul intenso, com faixas verticais ao longo de todo o corpo. Assim como as características faixas transversais na frente destes peixes, as nadadeiras dorsais dos machos variam de cor dependendo da variedade, e vão desde o branco até o vermelho, passando por amarelo e azul. A fêmea geralmente é de coloração marrom, havendo também as variedades OB ou marmóreos.Os machos são muito territoriais, especialmente na época de acasalamento, e são agressivos com machos da sua espécie.
Reprodução: São polígamos, por tanto, deve-se ter 2 ou 3 fêmeas para um macho. O casal escolhe uma pedra plana situada em posição horizontal , ou escavam um buraco na areia. O macho se põe a dançar na frente da fêmea até conduzi-la ao local preparado, onde ela coloca pequenos grupos de não mais que de 5 ovos, que são fecundados pelo macho, na clássica posição T dos incubadores bucais e recolhidos imediatamente pela fêmea em sua boca.O número é variável, entre os 6 – 8 de uma fêmea jovem até mais de 30 para uma de 10 cm.A incubação dura aproximadamente 3 semanas a 25 ºC.

Tetra Negro


Nome Popular: Tetra Negro
Nome Científico: Gymnocorymbus ternetzi
Família: Caracídeos
Habitat: América do Sul; Brasil, Argentina, Bolívia
pH: 6.4 a 7.4
Temperatura: 20º a 28ºC
Dureza: --
Tamanho Máximo: 5cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 50L
Alimentação: Onívoro. Rações em flocos para peixes tropicais e alimentos vivos.
Características Deverá ser mantido em numeroso cardume, sendo ideal para aquário plantado.
Reprodução: Para a reprodução do Tetra-Negro basta um aquário em torno de 40x30x30 (36L) ou mais com algumas plantas de folhas finas plantadas em vasos, e um pote de margarina com musgo de java dentro. Coloque um casal bem formado, a fêmea precisa estar bem gordinha. A desova geralmente ocorre no dia seguinte da introdução,mas pode durar até três dias. Após a desova retire os pais. Os filhotes irão nascer em 24 a 36 horas depois, mas só irão começar a nadar após cinco dias.
O macho é menor e mais esguio. A fêmea é maior e possui o corpo mais roliço

Tetra Limão


Nome Popular: Tetra limão
Nome Científico: Hyphessobrycon pulchripinnis
Família: Caracidae
Habitat: Bacia do Tocantins
pH: 6.0 a 7.0
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: até 8º dH
Tamanho Máximo: 5cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 40L
Alimentação: Onívoro. Aceitam ração para pequenos peixes tropicais e alimentos vivos.
Características Ótimo peixe para aquário plantado. É muito confundido com outro peixe também denominado tetra limão ( Hyphessobrycon cf. bifasciatus ) , porém, há diferenças visíveis em ambos. O H. pulchripinnis possui o corpo prateado, levemente dourado com uma mancha amarela e borda negra visível em sua nadadeira anal. O H. cf. bifasciatus possui coloração levemente amarela no corpo e em suas nadadeiras com duas faixas verticais ao longo do corpo. Como todo bom caracídeo, deverá ser mantido no mínimo em 5 exemplares. É um peixe um tanto inquieto, que freqüentemente está perseguindo peixes da mesma espécie, mas nada agravante e que não chega a causar ferimentos.
Reprodução: Ovíparo. Dimorfismo: macho possui nadadeira anal com a ponta curvada, enquanto a fêmea são mais roliças. Requerem densa vegetação para desovar, o macho cortejará a fêmea, onde esta depositará os ovos no meio da vegetação, sendo fertilizados pelo macho. Deve-se retirar os pais após a desova.

Tetra imperador


Nome Popular: Tetra Imperador
Nome Científico: Nematobrycon palmeri
Família: Caracídeos
Origem: Bacia Amazônica
pH: 6.0 - 7.5
Temperatura: 23º - 26ºC
Dureza: 5 - 18
Tamanho Máximo: 5cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 60L
Alimentação: Flocos,TetraColor, larvas de insetos , artêmias, enquitréias
Características Tetra de corpo fusiforme , com faixa negra dominando a metade inferior e com nuances de azul e ocre na faixa superior.Nadadeiras amareladas e olhos com cores que vão do verde ao azul.De comportamento pacífico , pode haver territorialismo entre machos da mesma espécie.Gosta de andar em cardumes , devendo-se colocar um mínimo de 6 no aquário.Sensível a temperaturas altas e variações de ph.
Reprodução: Fácil de reproduzir.Água mole e de ph ácido.A dificuldade maior é na formação do casal e para isso devem ser colocados um mínimo de 12.Observando-se comportamento nervoso e nado em círculos , o casal deve ser retirado e colocado em aquário com muitas plantas onde a fêmea desovará em torno de 150 ovos , que serão fertilizados pelo macho.Após a desova , o casal deve ser retirado , devido ao risco de devorarem a postura.A eclosão ocorre em 5 dias , com os alevinos devendo ser alimentados com infusórios e com mais 4 ou 5 dias com náupilos de artêmia.

Tetra Rosado


Nome Popular: Tetra Bentosi; Tetra Rosado
Nome Científico: Hyphessobrycon rosaceus
Família: Caracídeos
Habitat: Bacia Amazônica. Concentra-se principalmente na região do Rio Guaporé (Brasil); Rio Essequibo, Mali, Rupununi, Barama, etc) Guiana, Rio Sisa e Suriname (Suriname).
pH: 5.0 a 7.4
Temperatura: 24º a 29ºC
Dureza: 4º a 10º dH
Tamanho Máximo: 5cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 60L
Alimentação: Onívoro. Aceita todo tipo de alimentos. Rações, larvas de mosquito, artêmias, etc.
Características Peixe de comportamento pacífico que deve ser mantido no mínimo em 10 exemplares, sendo ideal para iniciantes e aquário plantado. Prefere água lêntica com intensa vegetação. Seu corpo é levemente rosado (semitransparente) marcado pelo negro e branco da nadadeira dorsal e o vermelho demais nadadeiras. Pode ser confundido com o Hyphessobrycon bentosi, mas o H. rosaceus possui cor rosada pelo corpo mais clara e o vermelho das nadadeiras mais opacos.
Reprodução: Ovíparo. A nadadeira dorsal do macho é mais larga e fêmeas são mais gordas.

Taníctis


Nome Popular: Taníctis
Nome Científico: Tanichthys albonubes
Família: Cyprinidae
Habitat: Riachos montanheses da China, Hong Kong e Vietnam
pH: 6.8 a 7.4
Temperatura: Máximo 25ºC
Dureza: 8 - 12 dH
Tamanho Máximo: 4cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Superfície
Aquário Mínimo: 40L
Alimentação: Ração em flocos; pequenos alimentos vivos
Características Num dia de sol com poucas nuvens no começo da década de 30, um garoto chamado Tan brincava num riacho perto de sua casa da província de Cantão no sudeste da China, quando coletou num copo alguns belos e coloridos peixes que nunca havia visto antes. Curioso, levou esses peixinhos a um jovem naturalista que morava em sua vila chamado Lïn, que logo percebeu tratar-se de uma espécie até então desconhecida da ciência. Ele a batizou de Tanichthys albinubes, que significa "Peixe de Tan das nuvens brancas. O Taníctis é um peixe relativamente comum e sociável, existem inclusive variedades com nadadeiras longas (véu). Entretanto, trata-se de um peixe de águas frias e bem oxigenadas, sendo este o segredo do sucesso em sua criação.
Reprodução: Em um aquário de cerca de 20 litros, com plantas e um pequeno filtro de espuma, coloque um pequeno grupo de 5 a 10 Taníctis. Para incentivar a desova, deve-se colocar algumas folhas secas no aquário para que acidifique lentamente a água. Os peixes imaginam que as cheias acabaram de começar pela mudança (nas cheias há mais matéria orgânica na água, consequentemente o PH eleva-se, mesmo nos rios montanheses). Os adultos começam a corte e, em poucas horas cada fêmea libera de 50 a 200 ovos. Os adultos devem ser retirados. Os ovos eclodem em um ou dois dias. A grande dificuldade é alimentar os minúsculos filhotes, recomenda-se reproduzir Taníctis em aquários velhos, que já contenham alguns microorganismos, e não lavar a espuma do filtro algumas semanas antes da desova, para que concentre-se nela microorganismos. Mesmo com esses cuidados, introduza infusórios no aquário até que cresçam o suficiente para aceitar ovos de artêmia sem casca ou náuplios recém nascidos e ração triturada.

Socolofi



















Nome Popular: Socolofi
Nome Científico: Pseudotropheus socolofi
Família: Ciclídeos
Habitat: África ( Lago Malawi )
pH: 7.5 a 8.5
Temperatura: 25º a 29ºC
Dureza: 10º a 20º gH
Tamanho Máximo: 12cm
Sociabilidade: Casal
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: --
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Flocos, Sticks, spirulina, larvas de mosquito,artêmias
Características Também chamado de Ciclídeo Powder Blue ou Pindani.Acredita-se que esta espécie surgiu a partir de hibridação de outras espécies, que foram trazidas de outros arrecifes com o intuito de tê-las mais perto para exportá-las. Encontrado na zona central , entre Coube e Tumbi Point.Apresenta cor azul claro, com reflexos azuis. Possuem uma característica linha negra ou azul escura que percorre a nadadeira dorsal.Alguns exemplares possuem uma fina linha branca por baixo da linha escura. As nadadeiras pélvicas, anais e caudal podem ter também uma linha negra.Territorial e agressivo.
Reprodução: Segue padrão dos Mbunas.Formam haréns (de 3 a 6 fêmeas) . O macho fica , insistentemente ,vibrando na frente da fêmea. Quando esta finalmente o aceita, iniciam as perseguições em círculos e nesse momento a fêmea coloca os ovos que são fecundados e recolhidos com a boca. Os ovos eclodem em dois dias e passados 20 dias , a mãe deixa os alevinos livres entre as pedras.